A Preparação

O Concurso de Admissão à Carreira Diplomática (CACD), apesar de ser um “concurso público”, não deve ser tratado, em termos de preparação, como os demais certames de contratação governamental. Vamos às diferenças que marcam a prova da diplomacia:

 Abrangência do edital: com uma profusão de temas espalhados por nove matérias, a banca cria questões dentro de amplo escopo cronológico (basta reparar nos editais de história – requer o conhecimento de mais de dois séculos), com várias linguagens (nem tente responder a uma questão de política internacional utilizando uma linguagem econômica) e utilizando vários idiomas (os quatro contidos no edital – Português, Inglês, Francês e Espanhol).

 Profundidade das matérias: a prova busca detalhes e aprofunda os temas do edital. Essa, talvez, seja a maior diferença entre o CACD e outros concursos. Detalhes dos acontecimentos, das gramáticas e da técnica são fundamentais para obter aqueles pontos que deixarão o candidato dentro das vagas.

 Necessidade de formalização do conhecimento: Como se trata de preparação de longo prazo, o aluno deve ter uma ampla gama de resumos e fichamentos para poder armazenar o conhecimento ao longo de dois ou três anos. Não dá pra recuperar conhecimentos em livros densos dois meses antes da prova.

 Tempo de preparação: O concurso demanda um tempo mais longo para a preparação. Se seu amigo passou em um ano, ele é um gênio e um ponto fora da curva. Pela experiência, o que se vê é um estudo médio de dois, três ou quatro anos. Portanto, é fundamental se programar e entender as fases que compõem a preparação.


Caso queira saber mais sobre as fases da preparação ao CACD, acesse: http://ideg.com.br/a-preparacao/


Voltar ao topo
Gostou da aula?
Matricule-se já!